domingo, 26 de novembro de 2017

RESILIÊNCIA, minha palavra chave.

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Sentada em um quarto escuro. Com fones no ouvido ao som de Sentimental, Los Hermanos, parei pra pensar na vida. Como ela brinca com a gente, né?
 Hoje, 26 de novembro, posso ver quantas coisas conquistei e perdi nesse ano de 2017. Amigos, amores, progressos escolares e até da minha vida profissional. Quantas lágrimas será que derramei este ano? Quantas vezes será que revirei os olhos para uma situação? Quantas coisas deixei pra fazer depois e não fiz? Muitas.  





Se você para para pensar talvez consiga montar uma lista ilimitada de coisas boas e ruins que você passou nestes últimos meses, algumas coisas chegam a ser inacreditáveis e você se pergunta: Eu consegui passar por isso? Bom, se você está aqui, lendo este texto, fico feliz que sim. 
 Quantas vezes você quis desistir também? Nossa, eu quis e tentei várias e várias vezes.

Uma palavra que defina muitas coisas? RESILIÊNCIA, que aos olhos da psicologia "é a capacidade do indivíduo de lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir a pressões adversas como, como estresse ou algo traumático". (créditos ao titio wikipédia). Essa definição te fez lembrar de alguma situação? Se não, por favor, leia novamente. 

Pulando os acontecimentos aleatórios que o nosso consciente lembra, quantas coisas nós fingimos não enxergar? Quantas coisas nós preferimos guardar para nós mesmos e continuar como se aquilo não tivesse se tornado um peso nas nossas costas? Caramba, quando penso nisso gosto de assimilar eles, os acontecimentos que finjo não ter sentido doer, como um barril onde há uma borracha de água enchendo ele sem parar, até que em algum momento ele irá ficar cheio e consequentemente poderá transbordar. E o seu ato de transbordar, em mim, são as minhas lágrimas, que costumam vir como um choro baixinho que libero no fim de um sábado, ou domingo, quando a casa está vazia e o dia vai virando noite. Juntinho com aquele silêncio que nada parece incomodar, mas que me faz sentir-se sozinha! É um choro silencioso, que enquanto acontece parece que tudo se encaixa, a música, a chuva fina ou o tempo nublado que parece deixar o dia mais triste. 

Mas no final daquilo consigo finalmente ver um arco-íris e criar esperanças novas, sentir um alívio incontrolável e como se não tivesse a segundos atrás chorando baixinho coloco uma música e danço sem parar. É como uma fênix que morre e um tempo depois ressurge das suas próprias cinzas. Simples, doloroso, porém passageiro. Continue! 

TEXTOS: Você precisa viver para você

Um comentário:

  1. Em 2017 eu só perdi. Mas é isso o que me mantém seguindo, a esperança de um arco íris. É bom saber que não estamos sozinhas. Um abraço bem apertado pra vc!

    Com amor,
    Blog Insanos Dezembros ♥

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